martes, 3 de enero de 2012

Os foros do desejo

No diálogo da taberna,no suporte de uma barra que se apresenta como uma corda floja,uns permanecem inmóviles nela,são poseedores do equilíbrio,são malabaristas da paciência,outros pendulan de um lado a outro como resposta a sua inquietude em isso do achar conhecimento,estão lá,e isso cria uma questão de hermandad,me refiro às tabernas do povo,onde a boca não só bebe e come senão que permanece aberta e disposta,com os olhos nas entradas e saídas,ao espreito de novos tripulantes,e com a despedida de quem livremente diz,até aqui cheguei,hoje já não mais quero.Costuma ocorrer,como acontece na vida de nossos dias a alta cabeconeria,quem imperturbable se manifesta no que diz e arremete contra opiniões contrárias,mas  este é o jogo,não devemos desprezar ao adversário que se aviene ao feitiço do diálogo,por muito contario e oposto que seja com respecro a nossas opiniões,sempre que não exceda a linha do respeito,então quando dantes de entrar nessa batalha dialéctica tanto faz mais razoável recolher as velas do barco de nossas paixões e até muitas vezes a retirada.Quando uma ou um chega a um novo lugar que desconhece,fazer faz em comun como as feras ou domesticadas, pois é lei subjetiva tanto humana como animal,e não se sabe se das plantas, pois é como o cão que lentamente se te vai aproximando,e chega um momento que seu julgamento determina a inexistência de perigo,para assim em seus actos venideros estrechar mais os laços,assim entra o ser tabernario numa nova taberna dantes desconhecida.
Falo aqui da taberna,pois é o lugar intitucionalizado nestes casos,e falo do ser tabernario como ao que ao diálogo se aviene,não o que só está de passagem para degustar as excelencias e virtudes das altas degustaciones tradicionais,de manjares que representam, em muitos casos o folklore e a tradição da terra na que sua habitáculo está  cimentado.
Agora bem,só presupongo nelas um rasgo placentero e de distracção,de esparcimiento,não de felicidade,onde se faz imprescindible outros espaços,pois é a taberna um espaço do diálogo que tem ao mesmo tempo muitas limitações,a prinmera é que são foros tradicionais factos à medida dos homens,como se deles só fosse esse privilégio de disparcimiento e toma de concienca;outra coisa é que o calor que gera o desguste etílico ainda que vem sendo o mesmo calor para tod@s produze estados diferentes,e há a quem se lhe pareça como transfigurada o alma,quizais é que eu prefira o teatro de palco e de pasacalles como o visionado,quizais seja que no fundo todas e todas quereemos ser actrices e actores,uns e umas na arte e outras e outros na arte do dar a nota,mas a verdade,¿e que?,não há nada mau em que as paixões se mostrem,não obstante eu prefiro as paixões elaboradas com o cincel,a pluma,o vento e a maré do ir e vir da razão ou sem razão,e é que recordo como os nativos norte-americanos foram masacrados entre outras coisas com o álcool e vejo que seguem com essas velhas tradições.
Amo a praça pública bem pública,o campo cheio de menin@s,cometas e milhares de pastor@s,e a orla do mar acendida com cem mil fogueiras pela noite.
_xurxofernandezgonzalez_