lunes, 22 de julio de 2013

Ainda ficam tesouros de paz


Não me importa navegar.

¡Para valer!,¡

¡irei eu a por ela!...;

Se é que na mar certo é que

Ainda ficam tesouros de paz.

Mas ela...

não sabe nem sequer nadar!.

 

¡É tão grande meu amor

Como o de uma Tarrtaruga

Que quer chegar voltando atrás!

 –dizia ela quando se afastava da costa-

 

A verdade, ...

lhas ingeniou para mudar de trajetória!.

Foi valente, porque habitava

Sem habitar levando sua casa.

                            ¡Tudo o abandonou!

 

Apanhou e se adentrou no fundo Oceano

E já não regressou jamais.

Viram-na de pé e depois  remando para atrás.
 
 

Os marinheiros das zonas longínquas

Dizem e juram que  aos seis dias olharam

Um bote que levava seu nome

Numa ilha alçada na montanha

 

Não se pode deixar sozinha

A minha imaginação se não estás tu

Em minha memória!.
 
 

Não me importa navegar.

¡Para valer!;
 
Onde ficam esses grumetes?

¡Capitão Generral,

irei eu a por ela...!

Xurx@erencia